“Sem mim nada podeis fazer”

Que beleza escutar a voz do Senhor que soa como um canto à unidade do ser, um hino à comunhão do coração.

Permanecer Nele, no seu peito, no seu ombro, em suas chagas, e ainda melhor, em seu coração. E assim, nesta seresta de ternura arriscar um repente de bondade.

Nele entoando, superamos os desafios da perseguição e da desconfiança, até Paulo isso degustou. Existe sempre um Barnabé, ser que conforta, que nos ajuda a achar o tom e louvar, mesmo numa comunidade que insiste em desconfiar.

A permanência no Cristo gera no coração do amante um amor constante, que nele apegado, ramificado, seiva de compaixão não nega, fruto adocicado não “suvina”, pois não se deixa centrar na fragilidade do outro e sim, na sua capacidade de amar.

Ah canto pascal de um povo escutado, de um povo marcado, que agora vem sua “promessa pagar’, seu amor expressar.

Uma leitura orante do 5° Domingo da Páscoa

Por pe. Éder Carvalho Assunção

At 9,26-31 / Sl21 / 1Jo 3,18-24 / Jo 15,1-8

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