O desejo de conversão deixa de ser imperativo, Converte-se em necessidade de amor

Vivemos num tempo onde os barulhos ensurdecem,

Confundem e estropiam a alma que busca repouso.

Esta incansavelmente deseja suas origens,

Suas entranhas clamam por suas raízes.

 

Um silêncio com gosto de esperança acalma as inconstâncias,

Aquilo que ensurdece cede lugar ao encanto de uma flor de justiça,

Constância bem-feita, conforto espiritual e perseverança,

“Re-encantam” o caos e iluminam o ser que espera.

 

O desejo de conversão deixa de ser imperativo,

Converte-se em necessidade de amor,

Algo mais sóbrio que acompanha a lógica da transformação,

Pulsada na maré dos mistério da Encarnação.

 

Gritos de mortes são ouvidos,

Vidas ensurdecidas num estranho matricídio,

Mesmo assim, Ele escolheu este caminho,

Agora desprezado e questionado.

 

Ele também teve três meses, num seio acolhedor,

Ele também teve três dias para salvar,

Ele também é três na força da Divindade,

Ele também é três na mistagogia da comunhão.

 

por pe. Eder Carvalho Assunção – Missionário da Prelazia de Lábrea no Corno da Á[email protected]

 

Uma leitura Orante

1ª Leitura – Is 11,1-10

Salmo – Sl 71,1-2.7-8.12-13.17 (R.cf 7)

2ª Leitura – Rm 15, 4-9

Evangelho – Mt 3, 1-12

 

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