17 de Novembro de 2014

Prelazia de Lábrea: Responsabilidade com o Planeta

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Preocupada com o desmatamento da Amazônia, mais especificamente, do município de Lábrea, que segundo os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE, era cada vez mais crescente, e, visando contribuir para a melhoria da qualidade ambiental, em 2009 a Prelazia de Lábrea através do financiamento da “Diputación Foral de Álava (Espanha)”, iniciou o “Projeto de Reflorestamento de Áreas Degradadas”, em cinco anos foram mais de 196 famílias beneficiadas e mais de 95.000 mudas florestais e frutíferas plantadas em 333,05 hectares.

Mulheres preparando substrato

Outras cinco famílias, as dos quatro trabalhadores e o técnico ou supervisor que trabalham no projeto, subsistem graças ao fato de estar contratados com recursos do projeto com todos seus direitos reconhecidos durante estes 5 anos; além destes, outras pessoas do sexo feminino foram beneficiadas através da contratação para serviços de preparação de substratos e cuidados das plantas, enquanto estas estavam na sementeira.

Área reflorestada

Os resultados alcançados durante estes cinco anos são bastante significativos; conseguiu-se chamar atenção de entidades governamentais, em concreto do Governo do Estado do Amazonas que através da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável, implantou um projeto de reflorestamento que visa reflorestar áreas degradadas do sul do Amazonas com um milhão de plantas nativas; destaca-se ainda parcerias com a Operação Amazônia Nativa – OPAN, que implantou diversos modelos de Sistemas Agroflorestais em Terras Indígenas, favorecendo assim, a auto sustentabilidade dos povos da floresta e contribuindo para preservação ambiental; O Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas – IDAM – Canutama, que também tornou-se parceiro e distribuiu mudas aos comunitários residentes em áreas rurais do município de Canutama – AM.

Mudas no viveiro

Contudo o que mais nos alegra é o fato de bastantes árvores já estarem produzindo frutos! Desta forma,a produção nativa, aliada a produção reflorestada, é suficiente para incentivar um pequeno projeto de beneficiamento de polpas dos frutos. É esse o novo desafio!

Ora o que estimula o projeto de beneficiamento de polpas não é somente o fato de haver produção, mas a possibilidade de beneficiar centenas de famílias residentes em áreas rurais, contribuindo para uma vida mais digna, onde as famílias sejam protagonistas e autônomas, não meramente dependentes da solidariedade da Igreja ou dependentes de programas sociais. É preciso criar espaços de produção e organização social que sejam autossustentáveis economicamente, ao mesmo tempo, que garantam o desenvolvimento social e a disponibilidade de uso dos recursos naturais às presentes e futuras gerações.

Primeiros frutos de açaí

Assim, em parceria com a “Diputación Foral de Álava (Espanha)”, a Associação dos Pequenos Produtores Agroextrativistas da Comunidade do Sardinha ASPACS, e a quem mais se propuser a ser parceiro, a Prelazia de Lábrea buscará desenvolver um projeto de beneficiamento de polpas de frutas regionais, como o açaí e o cupuaçu. Desta forma promoverá o desenvolvimento de populações rurais e contribuirá para a manutenção da floresta em pé, o que consequentemente melhorará o meio ambiente.

Vanessa Galvão – Secretária Prelatícia

Traducción en español

Preocupada con la deforestación de Amazonia, y más específicamente del municipio de Lábrea, que según los datos del Instituto Nacional de Pesquisas Espaciales – INPE, era cada vez más creciente, y, queriendo contribuir para la mejora de la calidad ambiental, en 2009 la Prelatura de Lábrea, a través del financiamiento de la “Diputación Foral de Álava (Espanha)”, inició el “Proyecto de Reforestación de Áreas Deforestadas”. En cinco años fueron beneficiadas más de 196 familias y se plantaron más de 95.000 plantas forestales e fructíferas en 333,05 hectáreas.

Otras cinco familias, las de los cuatro trabajadores y el técnico o supervisor que trabajan en el proyecto, subsisten gracias al hecho de estar contratados con recursos del proyecto con todos sus derechos reconocidos durante estos 5 años; además de estos, otras personas del sexo femenino fueron beneficiadas a través de la contratación para servicios de preparación de substratos y cuidados de las plantas, en cuanto éstas estaban en el semillero.

Los resultados alcanzados durante estos cinco años son bastante significativos; se consiguió llamar la atención de entidades gubernamentales, en concreto del Gobierno del Estado de Amazonas que a través de la Secretaria de Desarrollo Sustentable, implantó un proyecto de reforestación que quiere reforestar áreas devastadas del sur de Amazonas con un millón de plantas nativas; destacase también la colaboración de la Operación Amazonia Nativa – OPAN, que implantó diversos modelos de Sistemas Agroforestales en Tierras Indígenas, favoreciendo así, la auto sustentabilidad de los pueblos de la floresta y contribuyendo para la preservación ambiental; el Instituto de Desarrollo Agropecuario y Forestal Sustentable del Estado de Amazonas – IDAM – Canutama, que también se hizo colaborador y distribuyó plantas a los comunitarios residentes en áreas rurales del municipio de Canutama – AM.

Pero lo que más nos alegra es el hecho de bastantes árboles ya estar produciendo frutos! De esta forma, la producción nativa, aliada a la producción reforestada, es suficiente para incentivar un pequeño proyecto de industrialización de pulpas de los frutos. Éste es el nuevo desafío!

Lo que estimula el proyecto de industrialización de pulpas no es solamente el hecho de haber producción, sino la posibilidad de beneficiar centenas de familias residentes en áreas rurales, contribuyendo para una vida más digna, donde las familias sean protagonistas y autónomas, no meramente dependientes de la solidaridad de la Iglesia, o dependientes de programas sociales. És preciso crear espacios de producción y organización social que sea autosustentables económicamente, al mismo tiempo, que garantan el desarrollo social y la disponibilidad de uso de los recursos naturales a las presentes y futuras generaciones.

Así, en colaboración con la “Diputación Foral de Álava (España)”, la Asociación de los Pequeños Productores Agro-extrativistas de la Comunidad de Sardinha ASPACS, y con quien se proponga ser colaborador, la Prelatura de Lábrea buscará desarrollar un proyecto de industrialización de pulpas de frutas regionales, como el “açaí” y el “cupuaçu”. De esta forma promoverá el desarrollo de poblaciones rurales y contribuirá para la manutención de la floresta en pie, lo que consecuentemente mejorará el medio ambiente.

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