As “marcas do que se foi” dão lugar, às marcas que permanecerão.

Mergulhar,

Imergir-se num lago suave.

Unir-se ao totalmente Outro,

Diluir-se sem se dissipar.

 

Identidade mantida,

Com rugas do passado,

Transformadas em ternas marcar,

De uma presente renovação.

 

Lepra superada,

Pele purificada,

As “marcas do que se foi” dão lugar,

Às marcas que permanecerão.

 

Mergulhar é preciso,

Num mar de compaixão,

Sentido as cicatrizes de uma lepra,

Esquecida na candura da restauração.

 

Mergulha-se cantando,

Agradecendo a um amor fiel,

Que algema nas redes da sedução.

 

Aqui se canta um hino de gratidão “de alguém que marcado foi”,

Nas teias de uma história sem igual.

Marcas presentes, feridas do passado,

Antes dor e sofrimento,

Agora, rugas e cicatrizes de uma superação

Que faz cantar a Ressureição.

 

Algemas de gratidão que curam

A lepra da ingratidão.

 

Oremos

Obrigado Senhor, pois no rio que nasce do Coração do teu Filho, hoje sou curado. Lepras se tornam marcas de superação, sequelas se tornam memórias de gratidão. Obrigado Senhor, pois volto da minha Samaria, não por obrigação, mas por atração. Desejo teus ombros de Bom Pastor, anseio por teu coração, inquieto espero tua voz: Levanta-te e vai! Tia fé te salvou.

Amém.

 

Por pe. Éder Carvalho Assunção Missionário da Prelazia de Lábrea no Corno da África [email protected]

 

Uma leitura orante

1ª Leitura – 2Rs 5,14-17

Salmo – Sl 97,1.2-3ab.3cd-4 (R.cf 2b

2ª Leitura – 2Tm 2,8-13

Evangelho – Lc 17,11-19

 

 

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